terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Tratamento de Tromboembolismo Venoso

SAIBA MAIS SOBRE O TRATAMENTO DO TROMBOEMBOLISMO VENOSO – O QUE OS AUTORES DESTE ESTUDO FALAM.


A trombose venosa profunda (TVP) é definida como um episódio de trombose, envolvendo as veias profundas dos membros inferiores. A TVP é freqüentemente acompanhada por embolia pulmonar (EP). Tromboembolismo venoso (TEV) é o termo empregado para designar ambas as eventualidades indistintamente. No presente artigo, oferecemos uma breve revisão dos conceitos atualmente preconizados para o tratamento do TEV.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Estudos que comparam os tratamentos da trombose esclarecem o risco de recidiva em grupos com alto risco - Parte 2

Este texto está dividido em 4 posts, e é um conjunto de trabalhos apresentados em um grande congresso interacional.

É demonstrado que os novos anticoagulantes são inócuos e eficazes fora do contexto de estudos clínicos EC (ensaios clínicos).

Por muitos anos, a maioria dos pacientes com o transtorno de ritmo cardíaco fibrilação auricular tomaram varfarina, um tipo de fármaco que é conhecido como um antagonista da vitamina K (VKA), para reduzir seu risco de acidente vascular cerebral e outras complicações. Embora seja eficaz, a varfarina é um tratamento difícil já que os pacientes devem ser submetidos a vigilância com regularidade para avaliar o risco de hemorragia e não se conta com uma dose normalizada recomendada. Em tempos recentes, três anticoagulantes orais novos que não são antagonistas da vitamina K (NOAC) - dabigatrana, apixaban e rivaroxaban - receberam a aprovação da Food and Drug Administration dos Estados Unidos como alternativas aos VKA que podem proporcionar maior facilidade de uso. Apesar de que os estudos clínicos de fase III demonstraram que os NOAC têm pelo menos a mesma eficácia e tolerabilidade que a varfarina, não são esclarecidos seus riscos de hemorragia associados fora de um estudo clínico controlado, segundo trabalho publicado neste congresso.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Estudos que comparam os tratamentos da trombose esclarecem o risco de recidiva em grupos com alto risco - Parte 1

Olá, pessoal!
Este texto será dividido em 4 posts, e é um conjunto de trabalhos apresentados em um grande congresso interacional

Estudos apresentados no 56º Congresso Anual e Exposição da American Society of Hematology (ASH) comparam tratamentos novos e habituais da trombose e esclarecem de forma minuciosa os riscos de trombose em populações vulneráveis, tais como os pacientes com câncer.

Apesar de que foram atingidos avanços importantes no tratamento e na prevenção da trombose através de novas e melhores terapias dos transtornos da coagulação, continuam as dificuldades para equilibrar as vantagens e os riscos destes tratamentos. Tratamentos podem reduzir o risco de que os pacientes apresentem trombose potencialmente letal que possa resultar em infarto de miocárdio, acidente vascular cerebral ou embolia pulmonar, também podem desencadear hemorragia grave relacionada com o tratamento.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Como prevenir a TVP - Estudo publicado

Realidade do uso da profilaxia para trombose venosa profunda: da teoria à prática

Objetivo do estudo: 

Avaliar o conhecimento dos médicos sobre as indicações de profilaxia medicamentosa da trombose venosa profunda e fazer um paralelo com a utilização prática nos seus pacientes.

Métodos: 

Foram pesquisados fatores clínicos, medicamentosos e cirúrgicos para trombose venosa profunda, em todos os pacientes internados no Centro Hospitalar Unimed de Joinville, durante 40 dias consecutivos, estratificando o risco conforme as Normas de Orientações Clínicas da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Foi verificado se os pacientes com indicação para profilaxia medicamentosa da trombose venosa profunda estavam recebendo-a. Posteriormente, os médicos dos pacientes incluídos no estudo responderam questionário sobre trombose venosa profunda.

Resultados: 

Foram estudados 239 pacientes (57 baixo risco, 124 médio risco e 58 alto risco para trombose venosa profunda). Da amostra, 76% (183/239) não estavam recebendo profilaxia medicamentosa da trombose venosa profunda. Receberam profilaxia, 27% (34/124) dos pacientes com risco moderado e 38% (22/58) dos pacientes com alto risco. Dos 91 médicos entrevistados, o questionário mostrou que todos possuem conhecimento teórico dos fatores de risco e métodos de prevenção da trombose venosa profunda, e 92,3% sabem, teoricamente, como utilizá-los. A maioria (57,14%) afirmou sempre utilizar profilaxia em pacientes de risco, 38,46% referiram conhecer a incidência de trombose venosa profunda, e 72,53% já haviam tratado casos de trombose venosa profunda.

Conclusão:

A profilaxia medicamentosa para trombose venosa profunda é subutilizada em pacientes com indicação para recebê-la. Os médicos demonstram bom conhecimento sobre o assunto, porém a teoria informada não condiz com a realidade praticada por estes profissionais.
Palavras-chave: profilaxia, trombose venosa, fatores de risco.


Fonte: Antonio César Franco Garcia, Bárbara Vicente de Souza, Dalton Espíndola Volpato, Luciane Mônica Deboni, Marina Vicente de Souza, Roberta Martinelli, Scheila Gechele,   J Vasc Br 2005, Vol. 4, Nº1

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Saiba mais sobre trombose cerebral

Olá, pessoal!

Hoje apresentamos um estudo realizado pela comunidade científica e publicado, dando um pouco mais deste conhecimento para o blog:

OBJETIVO DO ESTUDO: 

Analisar uma série de 15 pacientes com trombose venosa cerebral (TVC) e comparar os resultados com dados da literatura.

MÉTODOS DO ESTUDO: 

Foram avaliados, por meio de estudo retrospectivo, transversal e descritivo, as características epidemiológicas, o quadro clínico, os fatores de risco e o prognóstico de 15 pacientes com TVC admitidos no serviço de Neurologia da Santa Casa de Belo Horizonte no período de abril de 2007 a Dezembro de 2008.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Viaje tranquilo.



  • Leve a sua mini-farmácia. Pode ser complicado comprar remédios em outros países. As leis de compra e venda de medicamentos difere de um lugar para o outro;
  • Quem tem rinite, sinusite e otite deve fazer uso do remédio prescrito por seu médico com antecedência, esteja prevenido;

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Dicas para uma viagem tranquila

O viajante tem que redobrar sua atenção com o que comer antes da viagem, o recomendável é fazer refeições leves e em pouca quantidade. O passageiro deve retirar de seu cardápio comidas que fermentam ou de difícil digestão, pois essas aumentam a quantidade de gás no intestino, onde já há um crescimento natural no nível de 10% à 20% dentro do avião, causando desconforto.