quinta-feira, 17 de abril de 2014

E se a gravidez não vier?

Com a interrupção do uso da pílula anticoncepcional, a gravidez deve vir naturalmente em até um ano. Se após doze meses tentando engravidar naturalmente, o casal não obtiver sucesso, é necessário realizar uma avaliação médica conjunta. Um urologista e um ginecologista deverão ser procurados, ao mesmo tempo, para a realização de exames físicos no homem e na mulher.

Se após a realização dos exames de praxe nenhum sinal de infertilidade for diagnosticado, o casal é orientado a praticar o sexo programado. Diante do arsenal terapêutico oferecido pela reprodução assistida, o coito programado é a técnica menos arrojada, menos tecnológica, mas é exatamente a partir deste ponto que devemos começar a investigar e a tratar a infertilidade.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Anticoncepcional não dificulta gravidez

Com certeza, você tem uma amiga ou conhece uma mulher que atribui ao uso da pílula anticoncepcional a dificuldade para engravidar. Outro estudo, publicado na revista científica Fertility and Sterility, esclarece o "mito": os contraceptivos orais não influenciam a fertilidade feminina.

A crença de que a pílula interfere na fertilidade vem do fato de que, ao tentar engravidar, depois de interromper o uso dos contraceptivos, muitas mulheres não conseguem e colocam a culpa nos anos de tratamento com o medicamento. Mas isso não é verdade.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Tratamento de Trombose

Seu médico receitará um medicamento para afinar seu sangue (chamado anticoagulante). Isso evitará que se formem mais coágulos ou que os antigos fiquem maiores. Essas drogas não podem dissolver coágulos existentes.

A heparina é geralmente a primeira droga ministrada.

  • Se a heparina for ministrada por via intravenosa (IV), você deverá ficar no hospital.
  • Formas mais novas de heparina podem ser ministradas por injeção uma ou duas vezes por dia. É possível que você não precise ser hospitalizado, ou tenha de ficar pouco tempo, se for prescrita esta forma mais nova de heparina.

Uma droga chamada varfarina (Coumadin) geralmente é iniciada junto com a heparina.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Nova saída contra a trombose - Riscos

Não por menos, a comunidade médica tem fechado cada vez mais o cerco contra o TEV, considerado a principal causa de morte hospitalar possível de prevenção. “Cerca de 80% dos pacientes com trombose venosa profunda são assintomáticos. Só apresentam algum sinal do problema quando o coágulo migra para o pulmão, o que pode levar à morte súbita”, diz Erasmo Simão.

Para entender por que pessoas internadas estão mais propensas a desenvolver um coágulo, vale explicar que o fato de elas permanecerem numa mesma posição no leito hospitalar por muito tempo aumenta as possibilidades de um trombo se formar. “É esse estado que leva à lentidão da circulação e favorece o aparecimento do problema. Dessa maneira, são pacientes que não podem deixar de receber medidas preventivas”, enfatiza o médico Adércio Pereira, chefe da cirurgia vascular do Hospital da Restauração (HR), no Recife.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Nova saída contra a trombose - parte II

O remédio é mais uma alternativa no rol das terapias anticoagulantes existentes. Entre outros pontos, ele se destaca pelo fato de ser administrado via oral, diferentemente das heparinas de baixo peso molecular, que são injetáveis. Não ocorre uma inovação na categoria de anticoagulantes orais desde a introdução da varfina (antagonista da vitamina K), há 54 anos.

Diga-se de passagem, esse tipo de medicação é utilizado nas circunstâncias em que se aumentam as chances de aparecimento da TVP. “Possuem riscos aqueles pacientes que estão internados e submetem-se a operações de médio e grande portes, como as cirurgias ginecológicas, urológicas e ortopédicas”, diz o cirurgião vascular Erasmo Simão, coordenador da Liga Acadêmica de Cirurgia Vascular da Universidade de São Paulo (USP).

terça-feira, 1 de abril de 2014

Nova saída contra a trombose

Jornal do Commercio

REVISTA JC

Etexilato de dabigatrana é a mais recente alternativa na lista de terapias anticoagulantes contra mal que acomete 100 mil brasileiros por ano.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Trombose venosa profunda e tromboembolismo pulmonar

Neste vídeo, o cardiologista Dr. Fábio Flávio Fernandes, explica que a TVP, são coágulos de sangue que se formam nas veias do corpo, principalmente das pernas e que podem migrar para outras áreas do corpo, inclusive para o pulmão, ocorrendo o tromboembolismo pulmonar.

Esta doença é grave e potencialmente fatal e, por isso, merece atenção para diagnósticos rápidos. Confira o vídeo e conte-nos sua opinião sobre o assuntos nos comentários!