quinta-feira, 24 de julho de 2014

Estatística: Risco de trombose é maior em mulheres


Pesquisa mostra que maioria da população (57%) não reconhece os sinais da doença perigosa.

As mulheres estão na liderança de um ranking nada positivo. Elas reúnem mais fatores de risco que os homens para trombose ou embolia pulmonar, problemas potencialmente fatais.

Quanto maior é o risco, mais concentrado ele está no sexo feminino. Isso é o que revela uma pesquisa Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) divulgada hoje (26), feita com 1.008 entrevistas no País.

terça-feira, 22 de julho de 2014

OS PERIGOS DAS CURAS CASEIRAS

As plantas medicinais, as ervas e as especiarias são ingredientes muito usados para o preparo de remédios caseiros, ou seja, substâncias que prometem curar naturalmente através de compostos naturais. Apesar de todos os benefícios que são associados a este tipo de medicina alternativa, é importante que existam algumas ressalvas.

Os especialistas no assunto reconhecem que algumas misturas fazem bem para a saúde e ajudam a combater os sintomas das doenças, porém não substituem uma visita ao médico ou a realização de exames.

Algumas receitas caseiras dos tempos da vovó podem ser perigosas para a saúde do indivíduo. Existem casos em que os sintomas são intensificados a partir da ingestão de uma substância ou também o organismo pode reagir com efeitos colaterais. Enfim, quando se trata de saúde, é importante não fazer brincadeiras depositando a fé apenas nas curas caseiras.

A compra dos produtos naturais em feiras para se automedicar chega a ser imprudente, sobretudo quando as propriedades curativas são duvidosas. No caso do chá de cogumelo o risco é ainda maior, afinal, existem espécies que afetam o fígado, o rim e até podem aumentar as chances de câncer.
Outro aspecto que compromete os remédios caseiros é a procedência das plantas. Dependendo da forma como são tratadas, elas podem estar contaminadas e oferecer riscos ao organismo. Por essas e outras o consumo de fitoterápicos acaba sendo mais saudável, já que as plantas usadas no preparo são padronizadas.

Fonte: Mundo das Tribos

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Plantas medicinais na insuficiência venosa crônica

Quando tomadas oralmente, algumas poderão interferir com a medicação prescrita para anticoagulação, por isso, aconselha-se a que se certifique de que as pode tomar, antes de iniciar a terapia:

√ O alho ajuda a evitar a formação de coágulos sanguíneos e melhora a circulação. 1-2 g por dia é a dose recomendada.

√ A castanha-da-índia é recomendada, pela comissão governamental alemã, para o tratamento de varizes; melhora a circulação venosa. Pode ser tomada internamente ou aplicada topicamente.

√ A hamamélia fortalece as vias sanguíneas e também é indicada para o tratamento de varizes. Pode ser aplicada localmente ou tomar-se 2 colheres de chá numa chávena de água a ferver, 2-3 vezes por dia.

√ A gilbarbeira contém dois compostos anti-inflamatórios que fortalecem as veias e também são úteis no tratamento de varizes.

terça-feira, 15 de julho de 2014

A melhor cura é a prevenção

1. Tome bastantes líquidos para evitar a desidratação, e mantenha o sangue a fluir mais livremente. O álcool, o chá preto e o café não estão incluídos nos líquidos recomendados, pois contribuem para a desidratação.

2. Faça exercício regular para melhorar a circulação. Se estiver a viajar, especialmente em voos longos, levante-se e movimente-se de hora a hora. Mexa os pés e as pernas regularmente, mesmo sentado ou se estiver acamado.

3. Evite ficar de pé durante muito tempo. Se precisar de ficar de pé, mexa as pernas regularmente para activar a circulação.

4. Não fume – isso danifica as vias circulatórias e torna o sangue mais propenso a coagular, diminuindo significativamente a circulação.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Nova alternativa para tratar trombose venosa

A Trombólise Fármaco-Mecânica, oferece cura a doença, sem dor e de forma rápida.

Uma nova técnica endovascular para o tratamento de trombose venosa chega a Curitiba. O procedimento minimamente invasivo feito sem cortes, possui curta duração e com menor risco de sangramento. “O Tratamento Trombolítico Fármaco-Mecânico fragmenta o trombo em pequenos pedaços e aspira esses microfragmentos para que não se desloquem em direção ao pulmão”, conta o cirurgião vascular do Hospital Nossa Senhora das Graças, Márcio Miyamotto.

A dissolução rápida do trombo em um ou dois dias, ou até mesmo em horas, faz com que as válvulas venosas sejam preservadas e as veias não permaneçam parcial ou totalmente fechadas. De acordo com o especialista as sequelas tardias de desconforto, como inchaço, varizes e feridas de difícil cicatrização são evitadas. Para que o tratamento seja eficaz e seguro o Dr. Miyamotto orienta que o paciente procure por profissionais com experiência em técnicas endovasculares avançadas e que estejam acostumados a utilizar com segurança medicações trombolíticas.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Etexilato de dabigatrana é a mais recente alternativa na lista de terapias anticoagulantes

Começa com a formação de um coágulo (ou trombo), capaz de bloquear o fluxo sanguíneo das pernas, cujos fragmentos podem se soltar, percorrer as veias e cair no pulmão. Batizada de trombose venosa profunda (TVP), a complicação atinge cerca de 100 mil brasileiros por ano e aparece como a causa mais comum do tromboembolismo venoso (TEV).

Para impedir que um trombo ocorra, é necessária a administração de um anticoagulante, que tem a tarefa de evitar que o caminho do sangue fique obstruído. O etexilato de dabigatrana – medicamento aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2008 e já comercializado no Brasil. O remédio é mais uma alternativa no rol das terapias anticoagulantes existentes.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

A trombose venosa profunda na reabilitação de pacientes com AVC

Incidência, fatores de risco e profilaxia.

Um total de 503 casos consecutivos de acidente vascular cerebral suspeita foram examinados para elegibilidade potencial com base no desenvolvimento recente de um membro paralisado. De 123 sujeitos de outra forma elegíveis, 22 foram encontrados por ultra-som para ter trombose venosa profunda (TVP) na admissão.

Assim, os doentes foram atribuídos aleatoriamente 101 a um dos grupos de tratamento ou para o grupo de controlo. Os três tratamentos foram ajustados-dose de heparina, a compressão pneumática externa e estimulação elétrica funcional do músculo. Um exame de ultra-som de membros inferiores foi realizado duas vezes por semana em cada paciente até a conclusão do estudo (28 dias ou de descarga, o que viesse primeiro).